NOSSA HISTORIA

“O imigrante é aquele que deixa sua terra de origem para viver num outro país.”
Na imensidão do Oceano Atlântico, milhões de imigrantes europeus expulsos de seus países pela falta de perspectiva, traçaram planos e imaginavam como seria a vida no país que tem nome de árvore de madeira vermelha. No balançar incessante das ondas, italianos, ALEMÃES, POLONESES e austríacos, para citar os mais numerosos, sofriam com a despedida definitiva de suas famílias. Depois do navio zarpar tudo era novo. Muitos morriam durante a travessia, e seus túmulos eram o próprio oceano atlântico. No final do século XIX, chegava ao Brasil nossos descendentes das famílias Hafemann, Kazmierski, Prawucki e Cisz. A partir de Blumenau, foram encaminhadas para as terras onde hoje está localizado o município de Massaranduba, que assim como o Brasil, empresta o nome de uma árvore. No interior de Massaranduba, em Braço do Norte, a maioria das famílias eram descendentes de poloneses e as escolas ensinavam este idioma como o principal. Os descendentes de alemães que possuíam algum dinheiro pagavam aulas particulares de alemão, outros aprendiam o próprio polonês ou nem iam a escola (caso de nossos antepassados da família Hafemann).
As imagens podem ter direitos autorais.

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A pesquisa se iniciou através de dois quadros que minha avó tinha na parede de sua casa. Contavam a história da família Kazmierski vinda da Polônia para o Brasil. Os textos eram escritos em polonês, mas com a ajuda da tia Ismalia conseguimos traduzir com perfeição. Depois disso, certa vez o pai do nosso craque de futebol Filipe Luis me pediu algumas histórias dos nossos antepassados. Como não tinha muita informação, foi a motivação que faltava para iniciar a pesquisa. Quando cheguei no cemitério do Braço do Norte, em Massaranduba, encontrei os túmulos de três patriarcas das famílias Hafemann, Kazmierski e Prawucki, que vieram da Polônia para o Brasil… e assim a pesquisa continua até hoje…

Na Polônia, o Diretor do museu de Varsóvia nos contou como foi a emigração.
Confira em: https://youtu.be/EraVWPv_FeI.

Das Ist Die Ort Massaranduba

Foi por volta de 1867 que chegaram os primeiros colonos alemães na região do Patrimônio e  campinha. Que traziam em sua bagagem  esperança e muita vontade de prosperar em uma terra nova de vasta paisagem e riquezas naturais que se assemelhavam muito a da pátria distante. Os vales, as montanhas, uma região muito rica de terra boa para cultivar e nela produzir o alimento e o sustento da família. Conforme pesquisas realizadas e confirmadas por inúmeros documentos, pode se afirmar a veracidade da historia da colonização alemã de Massaranduba. Tudo começou em 1865 quando muitos alemães deixaram a Alemanha, do Estado de Baden Würtemberg, vieram das localidades de Bruchsal, Freiburg, Kernstadt, Mühlacker, Heidelshein, Müllheim e também do Estado de Mecklenburg Vorpommern, localidades de Robel, Tribsees, Richtenberg, Stresow, Feldberg, e Torgelow. Muitos dos imigrantes fugiram da fome, da miséria e da pouca perspectiva de vida em seu país, trazendo os poucos pertences especialmente ferramentas e pequenas maquinas, e uma rica cultura como: a culinária, música, dança e principalmente a religiosidade. Não demorou muito tempo para que estes imigrantes se instalassem em seus lotes hora adquiridos em conformidade com o decreto 3784 de 1867,  que em 15 de abril de 1893 o presidente do estado de santa Catarina Tenente Manoel Joaquim Machado, autoriza a venda dos lotes das terras do Patrimônio devolutas no lago Massaranduba aos colonizadores estabelecidos, em conformidade com o mapa dos lotes que foram demarcados por Oscar Schipmann e Theodoro Kleine. Deste momento teve inicio o desenvolvendo de varias atividades da colonização do município. A arquitetura enchaimel era a marca da descendência Germânica (Estrutura de Madeira preenchida com tijolos sem reboco). No inicio dedicou-se muito a agricultura no plantio de verduras, a criação de gado de leite e de suínos e aves. Não demorou muito para o surgimento da vila. A construção da primeira Igreja, primeira Escola, a primeira Casa Comercial, a primeira Sociedade, a primeira Farmácia. A culinária típica alemã é destaque da gastronomia. Nos cardápios especializados imperam a costeleta de porco (Kassler), o joelho de porco (Eisbein), o Marreco recheado com purê de maçã e batatas, uma infinidade de opções de salsichas, e para acompanhar, cervejas artesanais. Também são destaque as cucas, as tortas especialmente a Floresta Negra de Chocolate recheada com cerejas ou frutas, além do delicioso Strudel de queijo e maçã. Nos esportes  são mantidos pelas sociedades Massarandubenses, Atiradores, Ribeirão Gustavo, Faixa Azul, Rio Bonito e Onze/União. As festas de rei e rainha do tiro ao alvo, o Bolão e Campeonato de Skart (carteado Alemão).
Colaboração Mauro Korte.

Die Deutschen Familien in Massaranduba

Baden-Wuerttemberg          Mecklenburg-Vorpommern

Zech,Voelz,Leutheuser,Koehler,Rohweder,Bublitz,Koenig, Tribess,Skerke,Klug,Selonke,Hass,Bruhns,Gerschitz,Sasse,Jacobi, Bruch,Kuchenbecker,Jensen,Strelow,Loes,Bento,Krischainski, Eichstaedt,Stein,Janning,Leu,Krause,Schneider,Zilsw,Thurow, Dorow,Thomsen,Grapner,Schveitzer,Hefter,Kreiss,Züelow,Altrack, Mueller,Keske,Nägel,Dehling,Reck,Junk,Tilmann,Venske,Will, Krutsch,Reinert,Hellwig,Strelew,Karing,Schlegel,Zibell,Konzel, Wulf,Riback,Schwamback,Voigt,Zimermann,Wilbert,Klitzke,Kardaulke, Rohweller,freymann,Straus,Krieser,Fischer,Beck,Kessler,Setter, Krüeger,Schmidt,Neumann,Klemz,Reinke,Fröhlich,Zäger,Rüke, Sprung,Volkmann,Hoffmann,Hackbart,Rath,Kraisch,Wachholz,Lindner,Walz,Bandoch,Manke,Krambech,Baumann,Volz,Schreiber,Bonow, Riegel,Pasold,Friedel,Jurck,Meyer,Wenski,Krehnke,Belz,Berndt, Feiler,Klein,Fauth,Schultz,Baumgarten,Schreiber,Donath,Zielhsdorff, Volles,Kreutzfeld,Böger,Freitag,Korte,Weiss,Fritzke,Jandt,Hafemann,Friedemann,Gesser,Glatz,Franz,Decker,Eggert,Brand,Bylardt,
Zimdars,Kasulke,Altrack,Bessen,Bauer,Eichelberger,Frankenberger,Östreich,Gherke,Haveroth,Grahl,Hamann,Jurk,Kluck,Lehn,Laube,
Leitzke,Stasun,Laffin,Marquardt,Peter,Reichert,lietzenberger,Morsch,Rode,Nitz,Lorenz,Rassweiler,Utech,Wendling,Michelmann,
Walz,Schrann,Hemmer,Kieckhoefel,Kuhn,Petry,Bachmann,Loppnow,Richardt,Kassner,Heiser,Witte.Rüdiger,Oechsler,Weber,Techentin,
Krast,Bergmann,Sillmann,Brühmuller,Heidecke,Gutknech,Rautenberg.

 HAFEMANN

BRASAO

O sobrenome “Havemann” é originaria da Alemania do Norte e “Hoffmann” da Alemania do Sul, As duas formas de soletrar são as mais destacadas e de uso mais frequentes. ‘No decorrer dos séculos tiveram pequenas variações devido a falta de uma formalização e uniformidade das Linguas Germanicas; Porem erros e ignorancia dos oficiais da inscrição civil nos registros de nascimento, batismo, casamento, imigração e morte também devido as modificações posteriores nos idiomas e dialetos falados (Alemão, Dinamarquês, Holandês, Inglês, etc.). Um dos registros mais antigos era do “Have” no ano 1.200. No caso de “Mann” com duplo “NN” parece de origim Alemã e “Man” com um “N” da Holanda e logo Inglês, os dois significam “Homen”. Do ponto de vista lingüística; No Alemão “V” e “W” pronuncia-se “F” e as vezes escribe-se “FF” ou “B”; O vocabulo “E” que segue a uma consoante “F/V/W/B” ou “VR” tem som de “ER”, “A” e ainda tem vezes que é silencioso ou omitido; O conjunto “NM” também escrive-se “M”.

Algumas variações do sobrenombre são: Hafeman, Hafemann, Haferman, Hafermann, Haffman, Haffmann, Hafman, Hafmann, Haveman, Havemann, Havenman, Havenmann, Haverman, Havermann, Heverman, Hevermann, Hobeman, Hoberman, Hoeffman, Hoeffmann, Hoefman, Hoefmann, Hofeman, Hofemann, Hoffman, Hoffmann, Hofman, Hofmann, Hoveman, Hovemann, Hovermann, Hawerman, Howeman, Hufmann, Huffmann, e muitas mais.

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A FAMÍLIA HAFEMANN EM SANTA CATARINA – BRASIL

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Familia Hafemann-Mar_2014
Histórias de um grande Homem… Stefano Hafemann (nosso Dzadek).

Stefano Hafemann decidiu comprar uma batedeira de arroz. Todos eram contra, mas ele foi no Schmitz que tinha três batedeiras de Joaçaba, uma Stefano comprou.

David era o filho mais novo e o xodó da família Hafemann. Stefano sempre dava uns trocados para ele puxar o carro de boi. Com 04 anos Rudolf Hafemann já lhe deu terra com 22 morgons. Açúcar branco na época era raridade, mas quando compravam em sacos David ganhava quase tudo para comer com banha e pão. David foi coroinha até os 18 anos e foi ele quem tirou a foto dos jovens na visita dos Marianos.

Stefano Hafemann era um homem decidido. Certa vez estava carregando esterco e decidiu comprar um caminhão. Foi falar com Carlos Narloch e fechou negócio, porém não sabia dirigir. Mesmo assim entrou no caminhão e deu a partida. Caiu em uma vala. Logo em seguida decidiu devolver o caminhão. Deixou muita herança material para os filhos, porém a maior herança deixada foi seu legado de honestidade. Sempre falava que se você está devendo um cruzeiro para alguém, pague. Não fique devendo nada do que foi negociado. Se estiveres passando por dificuldades financeiras para pagar sua dívida, vá falar com seu credor e negocie. Certa vez estava em uma festa e negociou um terreno, mas como era festa não lembrava dos detalhes, mas o vendedor do terreno lembrava. No outro dia foi até o Djadek Stefano para fechar o negócio. Stefano falou para ele que não lembrava dos detalhes, mas se foi combinado deverá honrar o compromisso e pediu para Babcia Maria assinar os documentos, pois a palavra de um homem vale mais que mil terrenos.

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Navio: LORD BROUGHAM
Capitão: Jörgensen
Saída de Hamburgo: 10/04/1868 Chegada na Colônia: 03/06/1868
Destino: Dona Francisca e Blumenau
Passageiros a bordo: 415 L 25 J
Nascimentos a bordo: – Falecimentos a bordo: –
Obs.: Somente a lista J registra a religião.

ABRAHAM, C.L.W.: 31 anos, operário, Seeger, Prússia, c/ mulher Maria (32), filho Carl (2), sogfra Louise Zülow (64). (L)
ARNDT, C.A.H.: 30 anos, lavrador, ? (ilegível), Prússia, c/ mulher Augustine (30), filhos Carl (2), August ( 1 mês), enteada Bertha Thon (5). (L)
BAASCH, Aug.: 26 anos, lavrador, Streketin, Prússia. (L)
BAUMANN, C.L.F.: 28 anos, operário, Rossnow, Prússia, c/ mulher Albertine (26), filhos Auguste (4), Caroline (2). (L)
BEHLING, Herm.: 44 anos, lavrador, Coldemanz, Prússia, c/ mulher Erwine (32), filhos Carl (6), August (2). (L)
BERG, Auguste: 21 anos, criada de Friedr. Schumann, Trutzlaatz, Prússia, solteira. (L)
BORCHERT, Wilh.: 46 anos, lavrador, Muddel? (ilegível), Prússia, c/ mulher Caroline (45), filhos Wilhelmine (20), Friederike (18), Auguste (10), Caroline (7), Auguste (4), Wilhelmine (2). (L)
BOROSWKI, Wilhelmine: 20 anos, cunhada de J.C.F.Lindemann, Kniephof, Prússia. (L)
BUCHHOLZ, Carl: 44 anos, lavrador, Coldemanz, Prússia, c/ mulher Johanna (38), filhos Hermann (11), Mathilde (9), August (6). (L)
BUNDE, J.F.A.: 27 anos, lavrador, Bulgrin, Prússia, c/ mulher Henriette (25), filhos Bertha (3), Alwin ( ¾ ). (L)
CROJE, Heinrich: 34 anos, lavrador, Otterndorf, Hannover. (L)
DOEGE, Carl: 39 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/ mulher Henriette (37), filhos Johanne (7), Johann (3), mãe Friederike (56). (L)
DÖSCHER, Johann: 39 anos, lavrador, Bassow, Mecklenburg, c/ mulher Anna (31), filhos Maria (8), Heinrich (6), Friedrich (4), Carl (2). (L)
DRÄGER, Caroline: 28 anos, Standemin, Prússia, solteira. (L)
FELDMANN, Christine: 21 anos, Grüna, Saxônia, solteira. (L)
FENSTEL, Friedr.: 42 anos, lavrador, Hocken, Saxônia, c/ mulher Wilhelmine (36), filhos Friedrich (12), Lebrecht (9), Hulda (8), Alline (6), Hugo (3). (L)
FIEDLER, A.J.C.: 27 anos, lavrador, Nedlin, Prússia. (L)
FIEDLER, J.G.: 38 anos, carpinteiro, Chemnitz, Saxônia. (L)
FRÖTSCHNER, C.F.: 33 anos, pedreiro, Greipendorf, Greiz, c/ mulher Christiane (39), filhos Herrmann (7), Caroline (4), Pauline (2). (L)
GÄDKE, Aug.: 44 anos, lavrador, Latzig, Prússia, c/ mulher Maria (45), filhos August (19), Carl (12), Auguste (8), Emilie (6), Hermann ( ¼ ), protestantes. (J e L)
GAULKE, Albert: 28 anos, segeiro, Latzig, Prússia, c/ mulher Johanna (26). (L)
GOERL, J.F.G.: 36 anos, lavrador, Albertinenhof, Prússia, c/ mulher Ernestine (32), filhos Hermann (9), Ernestine (8), Maria (4), Wilhelm ( ¾ ). (L)
GRANIER, F.G.: 43 anos, pintor, Stöcken, Saxônia, c/ mulher Christiane (42), filhos August (6), Martin (4), Elline ( ¾ ). (L)
GREUEL, Fr.: 35 anos, lavrador, Schwessow, Prússia, c/ mulher Johanna (36), filhos Ernst (11), Bertha (8), Emilie (7), Hermann (3). (L)
GRUNOW, Joh.: 60 anos, Külz, Prússia, c/ mulher Wilhelmine (61), sogros de C.F.F.Siewert. (L)
GÜNTHER, Gottl.: 37 anos, lavrador, Gernrode, Anhalt, c/ mulher Louise (30), filhos Louis (9), Maria (7), Emma (4). (L)
GÜTHS, Joh.: 18 anos, lavrador, Külz, Prússia. (L)
HAASE, Ferd.: 30 anos, seleiro, Cobrow, Prússia. (L)
HAFEMANN, C. F. A.: 42 anos, lavrador, ? , Prússia, c/ mulher Ernestine (42), filhos Carl (9, não embarcou), Wilhelm (8), Hanna(?) (5), Auguste (3). (L)
HAFEMANN, Christian: 63 anos, ? , Prússia, c/ mulher Louise (62), pais de C. F. A. Hafemann e C. L. F. Hafemann. (L)
HAFEMANN, C. L. F.: 38 anos, lavrador, ? , Prússia, c/ mulher Auguste (35), filhos Carl (9), Bernhard (8), Ernestine (6), Carl (4). (L)

HASS, J. A. F.: 38 anos, lavrador, Leckow, Prússia, c/ mulher Henriette (37), filhos August (11), Caroline (8), Robert (5), Wilhelm (3). (L)
HASSE, Caroline: 26 anos, Rossnow, Prússia, solteira. (L)
HAUT, Ferdinand: 29 anos, operário, Schlemm, Prússia, c/ mulher Emma (26), filhos Albert (4), Emilie ( ¾ ). (L)
HILDEBRAND, Wilhelm: 37 anos, ecônomo, Hamburgo, c/ irmão (?) Johann (29), ecônomo, Hamburgo. (L)
HOFFMANN, J. K.: 37 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/ mulher Johanne (32), filhos Wilhelm (7), Ludwig (5), Bertha (2). (L)
HOLZ, Wilhelm: 31 anos, lavrador, ? (ilegível), Prússia, c/ mulher Ernestine (32), filhos Otto (2), Bertha ( ¼ ). (L)
HOPPE, Heinrich: 26 anos, lavrador, Bergen, Prússia, não embarcou. (L)
HOPPMANN, Aug.: 38 anos, sapateiro, Hötensleben, Prússia c/ mulher Friederike (39), filhos Emma (9), Hermann ( ¾ ). (L)
JENNRICH, F. L. F.: 35 anos, lavrador, ? , Prússia, c/ mulher Caroline (38), filhos Albertine (6), Ludwig (4), Albert (2). (L)
JUSTMANN, C. W. F.: 50 anos, lavrador, Kniephof, Prússia, c/ mulher Dorothea (25), filhos Johann (25), Johanne (20), Ferdinand (18). (L)
KAERNER, Ernst: 24 anos, pastor, Plathe, Prússia. (L)
KIEKHÄFER, F. W.: 37 anos, lavrador, Walkow, Prússia, c/ mulher Friederike (26), filhos August (4), Carl (2). (L)
KIEKHÖFEL, C. H.: 29 anos, lavrador, Klein-Borkenhagen (?), Prússia. (L)
KIRCHNER, Louis: 13 anos, Stöcken, Saxônia, enteado de F. G. Granier. (L)
KLEMZ, Gottlieb: 54 anos, operário, Rossnow, Prússia, c/ mulher Louise (51). (L)
KORBERG ou KARBERG, Lorenz: 31 anos, moleiro, Apenrade, Schleswig, protestante. (J e L)
KOTTA, Carl: 40 anos, operário, Hötensleben, Prússia, c/ mulher Maria (39). (L)
KRÜGER, Heinr.: 27 anos, mineiro, Neuhaldensleben, Prússia, c/ mulher Dorothea (28), filha Maria (2). (L)
KRÜGER, C. F. A.: 47 anos, operário, Pinnow, Prússia, c/ mulher Charlotte (46), filhos Carl (19), Johann (18), Heinrich (15), Hanna (9), Wilhelm (6). (L)
KRÜGER, Heinrich: 32 anos, operário, Pinnow, Prússia, c/ mulher Wilhelmine (30), filhos August (6), Bertha (4), Albert (2). (L)
KRÜGER, Carl: 56 anos, lavrador, Standemin (?), Prússia, c/ mulher Anna (54), filhos Albert (17), Caroline (27). (L)
KRÜGER, C. H. L.: 33 anos, operário, Molzow, Prússia, c/ mulher Justine (24), filhos Bertha (5), Friedrich (3), Herrmann (2). (L)
KRÜGER, Adam: 61 anos, lavrador, Podewitz, Prússia, c/ mulher Johanne (55), filhos Ludwig (20), Friederike (18), Henriette (16). (L)
KÜHN, W. F.: 32 anos, tecelão, Grüna, Saxônia, c/ mulher Auguste (29), filhos Lina (8), Robert (4), Anna ( ¾ ). (L)
KUNZ, J. M. G.: 31 anos, lavrador, Rossnow, Prússia. (L)
LANGE, Sophie: 47 anos, Hötensleben, Prússia, solteira. (L)
LEMBCKE, W.F.: 27 anos, criado, Jena, Saxônia. (L)
LIERMANN, C. J. F.: 44 anos, lavrador, Molzow, Prússia, c/ mulher Sophie (44), filhos Henriette (21), Wilhelm (12), Wilhelmine (17), Wilhelm (8), Herrmann (5), Johann (2). (L)
LINDEMANN, J. C. F.: 31 anos, lavrador, Kniephof, Prússia, c/ mulher Caroline (29), filhos Carl (6), Herrmann (4), Wilhelmine (2), c/ mãe Friederike (54), irmã Wilhelmine (23), cunhada Wilhelmine Borowski (20). (L)
LINDHOLZ, Elisabeth: 69 anos, Zechen (?), Prússia, casada. (L)
MÜLLER, J. H. E.: 29 anos, tecelão, Lauscha, Prússia. (L)
MURAWSKI, J.: 32 anos, lavrador, Butzke, Prússia, c/ mulher Ulrike (32), filhos Franz (5), Bertha (¾). (L)
NAGEL, A. F. W.: 37 anos, segeiro, Barzlin, Prússia, c/ mulher Auguste (32), filhos Emilie (8), Anna (6), Alice (4), Otto ( ¾ ). (L)
NEBEL, Gottfried: 39 anos, lavrador, Berneburg, Prússia, c/ mulher Friederike (37), filho adotivo Christian Schulze (8). (L)
NEMITZ, Wilhelm: 35 anos, lavrador, Ziesseneff, Prússia, c/ mulher Caroline (36), filhos Auguste (12), August (9), Carl (5), Maria ( ¼ ), protestantes. (J e L)
NIENOK, C. F.: 32 anos, lavrador, Rübenhagen, Prússia, c/ mulher Johanne (28), filhos Caroline (7), Auguste (2). (L)
NIENOW, Herrmann: 34 anos, lavrador, ? , Prússia, c/ mulher Wilhelmine (39), filhos August (9), Albert (7), Mathilde (2). (L)
NIERLESBRUCKEN, J.: 28 anos, lavrador, Salzburg, Áustria. (L)
OTTO, C. F.: 26 anos, lavrador, Rossnow, Prússia. (L)
OTTO, Wilhelm: 45 anos, lavrador, Coldemanz, Prússia, c/ mulher Hanne (43), filhos August (18), Emilie (16), Johanne (12), Carl (8), Wilhelmine (2). (L)
PETER, W. F.: 25 anos, lavrador, Matzlow, Prússia, c/ mulher Wilhelmine (24), filhos Herrmann (3), Therese ( ¾ ), pai Wilhelm (46). (L)
PLA . . . ? (ilegível), H. F. G.: 32 anos, lavrador, Rossnow, Prússia, c/ mulher Sophie (32), filhos Theresa (7), Ulrike (6), Johann (4), Albert (2). (L)
PRAHL, Wilh.: 39 anos, operário, Muddelmann, Prússia, c/ mulher Sophie (44), filhos Carl (8), Johanne (6), Emilie (4), Bertha ( ¾ ). (L)
PRIEBE, J. F.: 57 anos, lavrador, Barzlin, Prússia, c/ filho Wilhelm (13). (L)
RADKE, Friedr.: 42 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/ mulher Johanne (37), filha Wilhelmine (2). (L)
RADUNZ, J. C. G.: 49 anos, Molzow, Prússia, sogro de C. H. L. Krüger. (L)
RAMLOW, C. F. H.: 38 anos, lavrador, Bulgrin, Prússia, c/ mulher Caroline (32), filhos Albert (7). (L)
RAMLOW, C. J. F.: 29 anos, lavrador, Neu Vorwerk, Prússia. (L)
REINHOLD, S. F.: 52 anos, vidraceiro, Grüna, Saxônia, c/ filhos Ferdinand (17), Carl (21). (L)
RÖDEL, Ferd.: 31 anos, lavrador, Stöcken, Saxônia, c/ mulher Emilie (30), filhos Moritz (6), Emilie (5), Anna (2), mãe Johanne (49). (L)
RUICKOLT, Carl: 35 anos, padeiro, Weimar, Saxônia. (L)
RUKS, Caroline: 54 anos, Standemin, Prússia, sogra de A.W.C. Trettin, c/ filhas Caroline (24), Auguste (18). (L)
RUTZ, Carl: 26 anos, lavrador, Podewitz, Prússia, c/ mulher Johanne (26), filhas Caroline (6), Bertha ( ¼ ), protestantes. (J e L)
SCHADE, Wilhelm: 37 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/ mulher Emilie (29), filhos Aug. (5), Albert (2). (L)
SCHADE, Johanne: 37 anos, Standemin (?), Prússia, solteira. (L)
SCHULZ, Friederike: 29 anos, Klötzin, Prússia, enteada (?) de G. F. A. Ziebell. (L)
SCHULZ, C. F.: 50 anos, operário Zechin, Prússia, c/ mulher Anne (45), filhos Carl A. (17), Carl H. (13), Albert (11), Emma (9), Ernest (4). (L)
SCHULZE, Christian: 8 anos, Berneburg, Prússia, c/ filho adotivo de Gottfried Nebel. (L)
SCHUMANN, J. Friedr.: 36 anos, lavrador, Trutzlatz, Prússia, c/ mulher Augustine (23), filhos Hanne (2), Carl (5), c/ criados W. F. Lembcke e Auguste Berg e Hermann (1). (L)
SCHWARZROCK, Chr.: 48 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/ mulher Caroline (46), filhos Carl (19), Henriette (17). (L)
SIEWERT, C. F. F.: 43 anos, lavrador, Külz, Prússia, c/ mulher Friederike (26), filhos Carl (12), Carl (6), Friedrich (4), Wilhelm (2), c/ sogros Joh. e Wilhelmine Grunow. (L)
SIEWERT, Albertine: 17 anos, Külz, Prússia, solteira. (L)
SIFFERT, Johanne: 34 anos, Bergen, Prússia, solteira. (L)
SPREDEMANN, C. F. A.: 36 anos, operário, Natelfitz, Prússia, c/ mulher Hanne (30), filhos Johann (18), Friederike (14), Carl (2). (L)
STREU, Friedr.: 16 anos, lavrador, Standemin, Prússia. (L)
STREU, Wilhelm: 47 anos, lavrador, c/ mulher Caroline (43), filhos Wilhelmine (23), Wilhelm (14), Herrmann (9). (L)
TESKE, H. F. W.: 32 anos, lavrador, Rossnow, Prússia, c/ mulher Caroline (32), filhos Friederike (12), ? (filho, ilegível) (4), Bertha (2). (L)
THON, Bertha: 5 anos, Schleisen, Prússia, enteada de C.A.H.Arndt. (L)
TIRSCHMANN, Clemens: 24 anos, tecelão, Colberg, Saxônia, não embarcou por motivo de doença. (L)
TREDE, Johanne: 25 anos, Berzlin, Prússia, solteira. (L)
TREIBEL, Lud.: 49 anos, lavrador, Zanow, Prússia, c/ mulher Henriette (50), filhos August (20), Auguste (13). (L)
TRETTIN, A.W.C.: 35 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/ mulher Henriette (28), filhos Bertha (6), Mathilde (4), Hermann (2). (L)
UTECH, F.W.: 34 anos, lavrador, Walkow, Prússia, c/ mulher Friederike (37), filhos Wilhelm (6), Carl ( ¾ ), irmã Friederike (28). (L)
WACHHOLZ, J.C.A.: 37 anos, alfaiate, Barzlin, Prússia, c/ mulher Johanne (35), filhos August (6), Friederich (4), Emma (3). (L)
WAGNER, J.C.: 30 anos, tecelão, Grüna, Saxônia, c/ mulher Christiane (26), filhos Milta (3), Max ( ½ ). (L)
WALDOW, Friederike: 37 anos, Latzig, Prússia, solteira. (L)
WEEGE, J.C.F.W.: 45 anos, lavrador, Schoisen, Prússia, c/ mulher Hanne (48), filhos Auguste (24), Johann (16), Carl (12), Albertine (7). (L)
WEISS, Ernestine: 21 anos, Stöcken, Saxônia, solteira. (L)
WILL, C.F.F.: 28 anos, lavrador, ? (ilegível), Prússia, c/ mulher Johanne (27), filhos Wilhelmine (3), Friedrich (2). (L)
WILL, Hanna: 49 anos, ? (ilegível), Prússia, casada, c/ filha Caroline (27), não embarcou. (L)
WINKLER, C.F.W.: 30 anos, lavrador, Barzlin, Prússia, c/ mulher Friederike (27), filhos Albert (3), August ( ¾ ). (L)
WOLTMANN, J.F.: 30 anos, ferreiro, Dassow, Mecklenburg. (L)
ZIEBELL, G.F.A.: 42 anos, operário, Klötzin, Prússia, c/ mulher Auguste (46), filho Johann (11), enteada (?) Friederike Schulz (29). (L)
ZIEBELL, C.F.: 52 anos, lavrador, Leckow, Prússia, c/ mulher Hanne (54), filhos Christiane (30), Carl (25), Johann (19), Bertha (17). (L)
ZIEMER, H.O.C.: 44 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/mulher Louise (40), filha Bertha (14). (L)
ZIEMER, C.C.W.: 43 anos, lavrador, Standemin, Prússia, c/ mulher Hanne (45), filhos Caroline (20), Johann (18), Johanne (11). (L)
ZIESENER, C.F.W.: 33 anos, alfaiate, Bergen, Prússia, c/ mulher Johanne (35), filhos Friedrich (12), Bertha (6), Carl (5), Laura (3). (L)
ZÜLOW, L.D..: 33 anos, operário, Rossnow, Prússia, c/ mulher Caroline (26), filhos Auguste (2), Wilhelmine ( ¾ ). (L)
ZÜLOW, A.W.: 26 anos, operário, Seeger, Prússia. (L)
ZÜLOW, Louise: 64 anos, Seeger, Prússia, sogra de C.L.W.Abraham. (L)
ZYBEL, C.F.W.: 42 anos, lavrador, Petershagen, Prússia, c/ mulher Caroline (43), filhas Johanne (9), Henriette (4). (L)

Declaramos, sob juramento cívico, que segundo nosso conhecimento não há entre as pessoas acima listadas nenhuma cujo transporte seja proibido e que nos recusamos ao transporte de alguma nestas condições.

Hamburgo, 7 de abril de 1868.
Ass.: Louis Knorr & Cia.

HISTÓRIAS DA INTERNET:

http://www.ancientfaces.com/surname/hafemann-family-history/22188

Hafemann Surname History

SOBRE A HISTÓRIA DA FAMÍLIA HAFEMANN

Hafemann family history has a complex evolution whose details are beginning to be understood by Hafemann family researchers. This Hafemann history and genealogy page contains the accumulated history of the Hafemann surname made up of user-submitted content from other users interested in the Hafemann family. The Hafemann family name is an old lineage that has spread all across the world over time, and as the Hafemann family has spread, it has changed making its origin difficult to unearth.

História familiar Hafemann tem uma evolução complexa cujos detalhes estão começando a ser entendido pelos pesquisadores família Hafemann. Essa história Hafemann e página de genealogia contém o histórico acumulado do sobrenome Hafemann composta de conteúdo enviado pelo usuário a partir de outros usuários interessados ​​na família Hafemann. O nome da família Hafemann é uma linhagem antiga, que se espalhou por todo o mundo ao longo do tempo, e como a família Hafemann se espalhou, ele mudou fazendo sua origem difícil de descobrir.

The evolution of Hafemann starts at it’s earliest origins. Even in the early generations of a name there are different spellings of that name simply because last names were infrequently written down that long ago.

As Hafemann families moved between countries and languages, the Hafemann name may have changed with them. It was not uncommon for a surname to change as it enters a new country or language. Hafemann ancestors have emigrated around the world all throughout history.

A evolução da Hafemann começa em que é origens mais remotas. Mesmo nas primeiras gerações de um nome que existem diferentes maneiras de escrever esse nome simplesmente porque sobrenomes foram raramente escrito há muito tempo.
Como as famílias Hafemann movidos entre países e idiomas, o nome Hafemann pode ter mudado com eles. Não era incomum para um apelido para mudar, uma vez que entra em um novo país ou idioma. Hafemann antepassados ​​emigraram em todo o mundo em toda a história.

Hafemann country of origin

Hafemann país de origem

The nationality of Hafemann can be very difficult to determine in cases which countries change over time, making the original nationality indeterminate. The original ethnicity of Hafemann may be in dispute depending on whether the family name originated naturally and independently in different locales; e.g. in the case of last names that come from a professional trade, which can crop up in multiple regions independently (such as the surname “Fisher” which was given to fishermen).

A nacionalidade do Hafemann pode ser muito difícil determinar, em casos que os países mudam ao longo do tempo, tornando a nacionalidade de origem indeterminada. A etnia original do Hafemann podem estar em disputa, dependendo se o nome de família originou naturalmente e de forma independente em diferentes localidades, por exemplo no caso dos últimos nomes que vêm de um profissional de comércio, o que pode surgir em várias regiões de forma independente (por exemplo, o apelido “Fisher” que foi dado a pescadores).

Meaning of the last name Hafemann

Significado do sobrenome Hafemann

The meaning of Hafemann come may come from a craft, such as the name “Clark” which evolved from the profession of “clerk”. Many of these profession-based surnames can be a profession in a different language. For this reason it is important to research the nationality of a name, and the languages spoken by its early ancestors. Many modern names like Hafemann originate from religious texts like the Quran, the Bhagavadgītā, the Bible, and so forth. Commonly these surnames relate to a religious expression such as “Grace of God”.

O significado de Hafemann come pode vir de um ofício, como o nome “Clark”, que evoluiu a partir da profissão de “funcionário”. Muitos destes sobrenomes baseado profissão pode ser uma profissão em um idioma diferente. Por esta razão, é importante pesquisar a nacionalidade de um nome, e os idiomas falados por seus ancestrais. Muitos nomes modernos como Hafemann se originam a partir de textos religiosos como o Alcorão, o Bhagavadgītā, a Bíblia, e assim por diante. Comumente estes sobrenomes relacionar com uma expressão religiosa, como “graça de Deus”.

Anelise Hafemann – Germany

Querido Anaias,

Parece que milagres existem, hoje fiquei extremamente emocionada ao ler  sobre o Acervo referente a família Hafemann, e entre os nome encontrei o que penso ser meu avo: “Hafemann, Friedrich, colono em Diamante, faleceu de malária com a idade de 37 anos, 4meses e 25 dias aos 17.04.1916.” Esses são os únicos dados.

Meu pai “Bernardo Hafemann” nascido em 05.06.1913, contava que seu pai havia falecido quando ele tinha 3 anos,

Ele lembra que seu pai partiu para morrer, seguindo mata adentro, para não transmitir a doença que ele havia contraído aos filhos e ao recém nascido.

Meu pai já falecido, foi levado por uma tia que o criou, e não teve mais contato com sua mãe,  e a tia morava em Rio do Sul, meu avo era casado com Mathilde Buchholz, é só o que eu sei.

A única coisa que deixava meu pai muito triste era a lembrança do pai partindo, e até pouco antes de ele falecer com 80 anos ele ainda me disse, vou morrer sem saber o que foi feito do meu pai, se ele morreu na mata, se foi achado, se ganhou um túmulo…

E esse desejo do meu pai me acompanhou a vida toda, e agora neste presente que você nos oferta, veio quase a certeza que ele não desapareceu simplesmente.

Meu pai Bernardo Hafemann, cresceu em Rio do Sul, e minha mãe Adele Hafemann, (Hinze),

Em 1962 mudaram-se para São Paulo e em meados de 1985 voltaram para SC, em Balneário Camboriú, onde ele faleceu com a idade de 80 anos.

Bernardo Hafemann, nasceu em 05.06.1914 e Adele Hafemann em 12.10.1916, Tiveram 8 filhos: Adelheit, Elisabeth, Gottlob, Elisa, Maria Joana, Elfriede, Anelise e Anerose,

Gostaria de saber o nome de sua Avó, minha mãe completará 90 anos em outubro, ainda com muita saúde, sempre transitando entre São Paulo e Santa Catarina. No momento em SP.

Eu vim para Alemanha em 1990, onde casei em setembro de 1990 com Horst Johannes Walter (19.10.41)

Anelise Hafemann-Walter, (02.05.1955), como sou muito orgulhosa do nosso Hafemann, foi uma luta conseguir acrescentar somente o sobrenome ao nosso.

Morei até aos 32 anos em São Paulo, voltei para nossa amada Santa Catarina em 1985, onde nasceu minha primeira filha,

Hebe Hafemann (30.04.1987), agora Hebe Hafemann-Walter, e em abril de 1990 viemos para a Alemanha, onde nasceu a minha filha.

Katharina Walter (05.03.91), infelizmente não consegui impor o Hafemann no nome dela.

Meu pai uma pessoa extremamente simples, que não gostava muito de ser fotografado, o que sempre procurei respeitar, vou ter que procurar muito para ver se acho alguma foto dele.

Endereço: Anelise Hafemann-Walter, Rüsselsheim, Germany

ANELISE-Familia_Hafemann

Martin Hafemann – Germany

Meu nome é Martin Hafemann, nasci na Alemanha, moro atualmente em Fröndenberg perto do Dortmund. Quero conhecer vcs quando volto ao Brasil ! Amo o Brasil e o povo do Brasil, estive muitos vezes ai e sinto sempre muito feliz no meu coração quando moro em Brasil.. No momento minha noiva, a Vanessa, esta na Alemanha.. e um dia ela tem tb o nome HAFEMANN ! Desculpe meu português ruim, estou estudando permanente. Agora quero mandar um abraço e um beijo por cada pessoa da famila Hafemann !
Seu Martin.

Bem, perguntei ao meu esposo e o bisavo dele era Wilhelm Hafemann e seu pai se chama Volker Wilhelm Hafemann e sao todos alemaes.

Meu sogro fez a arvore geologica da familia e ele sabe tudo sobre os Hafemann´s inclusive como o nome surgiu e segundo o que ele me disse, antigamente a palavra “HAFEN” (que hj em alemao tem outro significado), significava “prato de madeira”, e era tb onde eles comiam, dai nasceu o nome que depois da juncao MANN(que significa em alemao “homem”), ficou “HAFEMANN” – que poderiamos traduzir como: “homem prato de madeira(hehehe)”

Eu vou pesquisar mais e vou ver se meu sogro tem tempo para me passar mais informacoes sobre a familia, pois acredito que a parte HAFEMANN de vcs, veio da Polonia, pois 2o meu sogro, muitos Hafemann’s poloneses partiram daqui para migrar na America do Sul nos tempos da guerra.

Prof. Steve-A. T. Havemann – Paraguay

Steve-Austin T.: Hola,

Soy el Prof. Steve-A. T. Havemann.

Tengo entendido que los Sobrenombres Havemann, Havermann, Hafemann, Hafermann, Hovemann, Hoffmann y Huffmann son del mismo origen de alemania. En Holanda MANN fue cambiado por MAN y por ignorancia y falta de conocimiento en escritura fueron escritos diferentemente atrvez de las decadas al registrar nacimiento, casamientos y muertos. entonces Somos de alguna menera primos distantes Ja, ja…

http://www.havemann.com

Hola, Anaias Jose Hafemann. Si. Deverdad estoy muy emocionado porque estuve investigando tu apellido y tube buenisimos resultados.

1. la `V` de HaVemann se pronucia `F` en aleman entonces Havemann y HaFemann son el mismo apellido (sobrenombre).

2. Mi bis-tatara-abuelo: Christian Friedrich Havemann Nacio: 11 Julio 1770 en Alemania tubo varios hijos. El se caso con Juliane Maria Rose y Su Hijo Daniel Heinrich Havemann Nac. 1803 en Alemania era el Hermano de mi Tatara-Abuelo(Johann Heindrich Carl Havemann quien inmigro a Africa de Sul). Daniel tubo varios Hijos. su espposa Juliane Havemann (1804-1842), y Dorothea Müller. Sus hijosChristian, Marie, Friedrich, Carl Wilhelm y JULIUS Havemann (1842. JULIUS Havemann o Julio Hafemann Nac. 1842 en alemania vino para Sud America.

3. Parece que somos primos 5º grado compartimos el mismo bis tatara abuelo. Para poder investigar mas necesito mas datos de ti. Ejemplo: Nombres, Apellido de Padre, Madre, Esposo de las personas en tu árbol genealogica, Fecha y lugar de Nacimiento, Bautismo, Casamiento y Muerte. Hijos/a. Estare muy agradecido. Yo tengo el árbol Genealogica hasta 1600 en alemania y bien actualizado de Africa do Sul. Tu posible Primo.

Prof. Steve-Austin T. Havemann, stevehavemann@yahoo.co.uk, steveathavemann@hotmail.com, 135 General Bernardino Caballero, C.C. 40, 8500, Pedro Juan Caballero, Amambay, Paraguay

A história de sucesso do relógio com a estrela – www.junghans.de

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A história da Junghans, fundada na Floresta Negra em 1861, é uma das histórias de sucesso mais dinâmicos e fascinantes dentro da indústria relojoeira alemã.
Junghans – o relógio alemão
Por mais de 150 anos, a marca Junghans tem sido permanente para uma clara identificação com a Alemanha. Moldada pela sua longa tradição, inovações e valores, o nome Junghans sempre foi associada à qualidade, confiabilidade, paixão e precisão. Durante sua extensa história, a empresa bem estabelecida com base em Schramberg moldou com sucesso da história da indústria de relógios e preservou a sua filosofia através de desenvolvimentos novos e contínuos em tecnologia e através da combinação de ideias com visão de futuro com uma unidade de precisão. Estruturas nacionais e internacionais de negócios modernos permitir Uhrenfabrik Junghans para continuar apresentando inovador ‘Made in Germany’ produtos no futuro e em desenvolvimento ainda mais a história de sucesso única do relógio com a estrela.
Tradição e modernidade caminham lado a lado
A empresa foi fundada por Junghans Erhard Junghans e seu irmão-de-lei Jakob Zeller-Tobler em Schramberg em 1861. Até hoje, o site original manteve-se a sede da companhia. Desde o início, Junghans foi sempre de pé para a precisão e qualidade de fabricação top-. Embora a empresa inicialmente especializada na produção de componentes individuais para a tomada de relógio, Junghans começou a construir e produzir seus próprios relógios em 1866. O registro da marca Junghans, a estrela de 8 pontos, em 1890, marcou o início de uma era de patentes e procedimentos que proporcionou à empresa vantagens significativas em relação à qualidade e fabricação: relógios Junghans tornou-se globalmente relógios populares que eram acessíveis a todos. Junghans já estava empregando 3.000 trabalhadores em 1903 e venda de 3 milhões de relógios por ano, tornando-se a maior fábrica de relógio do mundo. Quando se trata de relógios mecânicos, os anos 1930 foram de grande importância. Os primeiros modelos da gama lendário “Meister” foram produzidos durante este tempo e eram considerados os melhores relógios a empresa já tinha feito. A década de 1950 também desempenhou um papel fundamental na longa história da empresa. Foi durante essa época que Junghans estabeleceu-se como maior fabricante alemã de cronômetros. ‘Uhrenfabriken Gebrüder Junghans AG’ estabelecer novos padrões no processo de tomada de relógio quando ele marcou 100 anos de aniversário da empresa em 1961: Todos os dias, 6.000 funcionários produziu 5.000 relógios de pulso, mais de 10.000 despertadores e 5.000 cozinha e sala relógios que foram exportados a partir Schramberg para um total de 100 países.
Os mais altos padrões de tecnologia e design
Ao lado de desenvolvimentos tecnológicos em curso, Junghans atribui especial importância a uma cultura de design independente. Com a produção de relógios Junghans projetados por Max Bill a partir de 1956 em diante, essa noção foi desenvolvida. A colaboração deu origem a uma coleção de relógios lendário que passou a se tornar um clássico do design moderno. Recursos inovadores foram lançados também na forma de primeiro relógio controlado por rádio do mundo, a Mega 1, em 1990, um projecto de cooperação frutuosa com Frog Design. Os anos antes também foram muito emocionante e viu a empresa apresenta o primeiro relógio de pulso de quartzo alemão, o “Astro-Quartz ‘, em 1970. Os marcos adicionais ocorreu na década de 1990 tendência de definição com o primeiro relógio solar, rádio-controlado, em 1993, e o uso de materiais de alta tecnologia, como a cerâmica, o primeiro relógio controlado por rádio multi-frequência em 2004 e a expansão da coleta mecânica. Em 2011, Junghans comemorou sua história de sucesso 150 anos com o lançamento de três modelos mecânicos edição limitada e uma nova interpretação da série histórica, como a gama de «Meister». Pela primeira vez, Junghans combinado no seu modelo ‘Força’ a tecnologia controlado por rádio-frequência múltiplos Junghans-próprio com tecnologia solar dentro de uma caixa de cerâmica. O movimento impressionante apartamento está equipado com a tecnologia patenteada Junghans Autoscan que permite a identificação automática do transmissor de sinal atual e sincroniza o tempo durante a viagem.
Tempo para o máximo desempenho esportivo
A nova linha de ‘1972’ reflete lema de “tempo para o máximo desempenho esportivo ‘deste ano. Os modelos são baseados em conceitos de produtos da época e incluem um caso impressionante e acentos de cores frescas no estilo da década de 1970. Equipado com a mais recente tecnologia, eles refletem sucessos esportivos da empresa como o cronometrista oficial dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. Graças aos novos métodos de medida Junghans ‘, incluindo o tempo de medição precisa de um 100 de um segundo, utilizando as primeiras fotografias a cores do acabamento line, este evento contou com a revolução de manter o tempo esportes. O design clássico Max Bill por junghans agora incorpora linha de mulheres com maior conforto de utilização. O re-design de um relógio de mesa, com base em desenhos originais de design Max Bill, de 1958, perfeitamente completa o projeto de lei max por faixa junghans.
Floresta Negra
A Floresta Negra (em alemão: der Schwarzwald) é uma cordilheira do sudoeste da Alemanha, no estado (Land) de Baden-Württemberg. Ela é separada pelo vale do Reno do maciço dos Vosges, de que retoma a forma triangular e o tipo de relevo, mais elevado ao sul. O ponto culminante é o Feldberg, que atinge 1493 metros.
Região bastante irrigada, a Floresta Negra é atravessada pela linha divisória de águas entre o oceano Atlântico e o Mar Negro. O rio Reno contorna o maciço pelo sul e depois pelo oeste, recebendo como afluentes o Kinzig, o Murg e, somente em Mannheim, o rio Neckar, que atravessa o maciço em direção do norte com seus afluentes, o Enz e o Nagold. O rio Danúbio resulta da confluência do Breg e do Brigach e se dirige ao leste.
Recursos naturais
Região sul da Floresta Negra
A economia se concentra principalmente nos vales. A vida agrícola associa a criação de gado e a cultura de cereais. A indústria trabalha principalmente com a madeira dos inúmeros pinheiros. A indústria têxtil e a relojoaria cedem lugar ao turismo. As fontes termais já eram conhecidas pelos romanos. As principais cidades da Floresta Negra são Friburgo em Brisgóvia, Lörrach, Baden-Baden, Schwenningen, Titisee-Neustadt e Furtwangen.

A FAMILIA KAZMIERSKI

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Texto em polonês escrito no falecimento do bisavô Ignacy, Jornal de Curitiba – PR

S.P. Ignacy Kazimierski

Odszedl z tego swiata dnia 8 pazdziernika, w dzien Matki Boskiej Rozancowej, ojciec, dziadek, pradziadek przezywszy lat 82, pozostawiajac w nieutulonym zalu zone Ane z Ciszow, brata i dwie siostry, dzieci, wnukow i prawnuków, Wychowal 11 dzieci: 4 synów i 7 córek. Jedna córka zmarla majac 7 lat, a syn juz zonaty pozostawiajac sieroty, zmarl 17 lat temu. Zmarly pozostawil 8 wnuków i 30 prawnuków. Pogrzeb odbyl sie uroczyscie przy udziale licznych wiernych przyjaciól, kerwnych w Braço do Norte gdzie przepedzil cale zycie. S. p. Ignacy Kazimierski, pracowity, gorliwy katolik, cieszyl sie dobrem zdrowiem i wielkim szacunkiem calego otoczenia. Przez dlugie lata jako koscielny wiernie sluzyl kosciolowi. Materialnie pomagal w budowie kaplic, nalezal do bractw Rozanca sw. I Apostolstwa Modlitwy, Praktykowal erligie przystepujac do Sakramentow sw. I staral sie innych pociagnac, zblizyé do kosciola. Milosierdzie swoje okazywal i dla innych, biednych. Ducha polskiego podtrzymywal wiernie rozpowszechniajac i czytajac “Lud”. Patriotyzm utwierdzal, bo z Polski wyjechal majac 8 lat z Kalisza i z rodzicami osiedlil sie na Braço do Norte. W dalszym zyciu z dala od ojczyzny przekazywal swoim dzieciom co czytal i slyszal od rodzicow o kraju ukochanym. Przyjaciele jak Jan Wzorek – nauczycieli Dr Werpachowski zawsze byli mile wspominani przez zmarlego bo um duzo pomagali w zyciu patriotycznym w zachowaniu polskosci. Serce zaczelo slabnac. I tak dalo sie odczuc juz w kwietniu pó raz pierwszy. Od tego czasu przygotowywal sie na smiere. Ostatnie chwile spedzil na modlitwie z rodzina i tak jak zyl poboznie tak tez rozstal sie z tym swiatem w otoczeniu licznej rodziny. Cala rodzina sklada serdeczne podziekowanie. Ks. Prob. Wincentemu i tym wszystkim ktorzy wzieli udzial w modlitwach i odprowadzeniu zmarlego na miejsce wiecznego spoczynku. Bóg zaplac.

Dobry Jezu a nasz Panie, daj um wieczne spoczywanie!

Escrito pela Rodzina Kazimierskich.

TRADUÇÃO:

Ignácio Kazimierki nasceu no dia 01 de fevereiro de 1878, na Polonia. Filho de Wojczech e Teofila Kazimierki. Um patriota Polonês verdadeiro, Ignácio Kamierski saiu da Polonia com seus pais quando tinha 08 anos, vindo da cidade de Kalisza (Polônia) instalando-se na localidade de Braço do Norte, cidade de Massaranduba, norte do estado de Santa Catarina.
Cresceu tendo como referencia a religiosidade, casou-se com Anna Cisz, tiveram 11 filhos, sendo 04 homens e 07 mulheres. Uma filha faleceu com 07 anos de idade e um filho faleceu quando já era casado. Mais tarde, longe de seu país, ensinava para os filhos o que lia e escutava dos seus pais sobre o seu querido país Polônia.
Patriarca Polonês ensinava a língua polonesa com fortes laços com a fé católica, era feliz por ter saúde e satisfeito com tudo que conseguiu na vida. Exercia a função de capelão, coordenava cultos e terços, fiel servidor da igreja sempre presente quando era chamado para ajudar nas construções de igrejas, pertencendo ao apostolado da oração, figura ativa nas missas, sempre comungava, incentivador incansável ao constante convite para os afastados que também viessem participar da igreja.
Ignácio tinha dois amigos poloneses, o professor Jan Wzorek e o Dr. Werpachowski, que estavam em suas lembranças por o ajudarem em muitas situações, como saber notícias da Polônia, porque mantinham contatos com a Polônia repassando a Ignácio as informações de sua pátria mãe. Mais tarde recebia o Jornal Lud, que em seu conteúdo trazia informações da Polônia e repassava aos pobres de alma polonesa que Ignacio sempre ajudava.
O coração começou a enfraquecer pela primeira vez em abril, quando começou a se preparar para a morte. Nos últimos momentos de vida rezou com a família como era em sua vida com Deus, assim também partiu.
Ignácio faleceu dia 08 de outubro de 1964, dia de Nossa Senhora do Rosário. Pai, sogro, avô e bisavô, com a idade de 85 anos, deixou em profunda tristeza a esposa Anna Cisz Kazimierski, 10 filhos, 02 irmãos e 02 irmãs, 80 netos e 30 bisnetos.
Seu sepultamento foi acompanhado por seus familiares, amigos e conhecidos em Braço do Norte, comunidade em que viveu.
Recado da família do enterro:
A família agradece ao Padre Vigário Vicente Estirmarwski e também a todos que participaram nas orações e na sua última despedida, muitos obrigado! “Dái-lhe o descanço eterno e a luz perpétua o ilumine”.
Família Kazimierski

Texto em polonês escrito no falecimento da bisavó Anna, Jornal de Curitiba – PR

Sp. Anna Kazmierska

Dnia 7 wrzesnia 1974 roku, pó dlugiej i ciezkiej chorobie zmarla w miejscowodci Braço do Norte (Benjamin Constant) sp. Anna z Ciszów Kazmierska, liczac 91 lat zycia sp. Anna urodzila sie w Kaliszu – Polska, dnia 24 lipca 1883 roku. Do Brazylli przybyla majac zaledwie 3 lata. Tu pod okiem dobrych i religijnych rodziców wychowala sie na bardzo porzadna i pobozna panne. Wychodzac za mas za sp. Ignaca Kazmierskiego, doczekala sie licznego potomstwa: 7 córek, 4 synów (jeden zmarly), 100 wnuków, 147 prawnuków i jednego pra-prawnuka. Odznaczala sie nie tylko globoka poboznoscia, lecz takze przywiazaniem do jezyka i tradyejipolskich. To sprawilo, zé sposrod wnukow zonatych z Wloszkami, nie tylko ich dzieci ale i zony mówia doskonale pó polsku. Sp. Anna przecierpiala wielkie bolesci w ostatnich dniach przed zgonem, wykazujac wielki hart duszy i poddanie sie woli Bozej. Pomimo niepogody, na pogrzeb przybylo bardzo duzo ludzi, którzy uczestniczyli we Mszy sw. Zalobnej odprawionej przez ks. Proboszeza Wincentego Stelmaszczyka, podezas której spiewali wnuki i wnuczki Zmarlej. Zwloki zmarlej spoczely na miejscowym cmentarzu w Braço do Norte – w groboweu obok swego meza. Za posrednictwem “Ludu” i w imieniu calej rodziny Zmarlej – skladam tym wszystkim którzy odwiedzali Zmarla podezas choroby, byli na pustej nocy i pogrzebie – staropolskie serdeczne “Bóg zaplac”.

Escrito por: Aleksander Kazmierski

TRADUÇÃO:

No dia 07 de setembro de 1974, por longa e sofrida doença, faleceu na localidade de Braço do Norte (Benjamin Constante) a senhora Anna Cisz Kazmierski, com 91 anos de idade. Anna nasceu em Kalisz (Polônia), no dia 24 de Julho de 1883. Veio ao Brasil com apenas 03 anos de idade. Aqui, aos cuidados dos bons e religiosos pais cresceu e se tornou uma boa moça. Casou-se com Ignácio Kazmierski e tiveram 11 filhos, 07 filhas e 04 filhos (uma filha faleceu ainda pequena), 100 netos, 147 bisnetos e 01 tataraneto. Identificava-se por sua profunda bondade que vinha da língua e tradição polonesa.
Alguns netos casaram-se com pessoas que não falavam o Polonês e com a convivência os netos e bisnetos aprenderam o polonês.
Anna sofreu nos últimos dias de sua vida até a morte. Entregou-se a Deus. No seu enterro o tempo estava chuvoso mas mesmo assim tinha muita gente.
A missa foi celebrada pelo padre vigário Vicente Estirmarwski. Os cantos foram cantados pelos netos e bisnetos. A falecida foi enterrada no cemitério de Braço do Norte ao lado do túmulo de seu marido.
Agradecimento da família: Agradecemos a todos os familiares e conhecidos que visitaram a Anna durante sua doença e participaram do velório e enterro. Um muito obrigado.

Traduzido por: Ismália Hafemann e Ivanice M. K. Andrejewski.

Mensagem lida no velório da Babcia Maria Kazmierski Hafemann:
Agradecemos a Deus por ter te enviado a terra para iluminar a todos nós com sua presença, com seus conselhos, seu exemplo, sua virtude de fé e tantas outras qualidades. Nossa Babcia sempre soube e sentiu o amor que tínhamos por ela, pois fora muitas vezes que passamos do seu lado e através de palavras, gestos e sinais retribuimos toda esta convivencia fraterna. Quantos ensinamentos, cursamos uma faculdade do seu lado, nos ensinou a sermos fortes, sermos alegres, caridosos e acima de tudo amar a Deus com todas as forças. Seus doces e ovos de páscoa jamais serão esquecidos por nós, pois em seu lar desfrutamos de muitas paz, alegria e amor, sentimos orgulho de fazer parte de uma família que tinha a frente uma guerreira, mulher de determinação, persistência, alegria e portadora de muita fé. Mãe que jamais deixou suas raízes ensinando a todos a língua Polonesa de sua origem. Com orgulho, podemos dizer que nossa Babcia junto com o Dzidek, Tia Donila e Tio José, colaboraram na construção da Igreja católica do Benjamin Constant, transportando toda a água utilizada na edificação. Em nome da família agradecemos a todas as pessoas, parentes e amigos que colaboraram nos momentos de dificuldade. Sua partida nos deixa saudades, mas temos certeza que neste momento ela está em perfeita harmonia com sua fé e na presença de Deus Pai. Babcia, descanse em paz, sempre vamos te amar. Contribuição: Vanderléa Brych Reuter.

FAMILIA PRAWUCKI/PRAWUTZKI

Familia Prawucki-Mar_2014

Stefan foi o primeiro primeiro Prawucki conhecido em Massaranduba. A princípio veio da Polonia, mas ainda não encontramos registros. Foi o primeiro membro da comunidade de Braço do Norte a ser enterrado no cemitério criado no ano de 1902. Morreu devido a uma queda de árvore sobre ele, ficou sofrendo meses até morrer. Faleceu jovem, deixando os filhos bem pequeno para Franciska cuidar. Moravam no Treze de Maio…

Constante comprou casa de Julius Hafemann no Benjamin, depois vendeu e comprou terras no Guarani, onde veio morar com Constante Filho e Ladislau. Era um homem sério e rude, muito honrado.

Tio Stefan e José Prawutzki arrendaram terra de Stefano Hafemann próxima a Sularroz, no Benjamin Constant. No rancho onde batiam o arroz morava pai de Candido Brych. Certa vez estavam cortando 30 sacos de arroz no mesmo dia, Stefano e Maria Hafemann batiam o arroz cortado quando veio trovoada, se esconderam em baixo da batedeira e caiu um arvore gigante 05 m próximo a eles. Neste dia a batedeira não trabalhava direito, ficaram até 16h da tarde sem almoçar. Tempo depois Stefan Prawutzki foi morar no Guarani, onde mais tarde Constante Prawutzki se mudaria. Na casa tinha muito mato, tanto que ele matou dezenas de cobras jararacas próxima a casa. Esposa de Stefan tinha um filha pequena e com medo que as cobras vinham tomar o leite, fechavam todos os buracos da casa.

José Prawutzki sempre foi querido por todos no Benjamin Constant. Era uma pessoa muito inteligente, de conselhos sábios. Todos gostavam dele, tanto que era lembrado muitos e muitos anos mesmo depois de sair para morrar em outra cidade. Certa vez perguntei para o nono José se a vida moderna era melhor do que a vida há 60 anos atrás. Perguntei isso porque o nono José era uma pessa de idade mas sempre atualizado, acompanhando as novidades do mundo moderno. Ele não pensou nem duas vezes ao responder que com toda a certeza antigamente era melhor. Segundo ele, antigamente as dificuldades para conseguir alimentos, moradia, e outros eram muito maiores, mas eram compensadas pelo companheirismo e pela amizade. As pessoas tinham tempo de conversar, eram amigas verdadeiras. Quando alguém estava com dificuldade ou precisava de ajuda, era só pedir. Faziam mutirões e se ajudavam sem reclamação e sem segundas intenções.

FAMILIA CISZ

Familia Cisz-Mar_2014

Moravam onde hoje é a igreja de Braço Campinas. Venderam os terrenos para os primeiros italianos que vieram para região plantar arroz irrigado (antigamente só se plantava sequeiro em morros) nos banhados da região. Com o dinheiro recebido, a família Cisz foi se instalar na região de Massarandubinha.

Jan Cisz era proprietádio do terreno onde hoje é a igreja de Braço Campinas. Depois vendeu para os Donald e comprou dos Kazmierski no Braço do Norte. No fim, vendeu para Stefano Kazmierski e comprou no Guarani, onde foi morar com José Cisz (filho). Foram morar no Guarani pois consideravam o centro de Massaranduba, pois tinha hospital, igreja matriz, escola, etc..

José Cisz era um homem culto, professor na língua polonesa. Sempre recepcionava os padres e foi morar em Massarandubinha (hoje tifa dos Hafemann) e Jan Cisz foi morar com as freiras, onde ajudou na construção do Hospital de Massaranduba. Ganhou uma carroça e cavalos e todo sábado coletava doações, juntamente com as freiras. Buscava doações até Luiz Alves, onde coletava dinheiro ou outras doações. Morou com as freiras até o final da vida.

Jan Cisz, imigrante

Jan Cisz, imigrante

Avô de Joanna Cisz Prawutzki

Avô de Joanna Cisz Prawutzki

Vitória Cisz Prawutzki cuidou das primeiras sementes de arroz de Massaranduba, que foram trazidas por um vigário Mozkovicz do Rio de Janeiro. Depois quando espigaram, uma sobrinha do vigário e Vitória C. Prawutzki cuidaram até amadurecer, para dividir entre as demais famílias. Em certa visita de Padres de Rodeio-SC, viram que a terra era fértil para arroz, convidaram famílias de imigrantes italianos para morar em Massaranduba e investir em arroz, já irrigado. Muitas famílias descascavam o arroz em casa ou no primeiro descascador comercial, que foi construído em 1930 no Guarani (sogro de Stefano Prawutzki).

José (pai da nona – único filho que ficou com Jan), Anna (casada com Ignacy Kazmierski), Julia (casada com Mostoch), Vitória (casada com Vladislau Prawutzki – pai de Stefan Prawutzki mercado) + uma casada com Stoinski..

Filhos de JOSÉ E ANNA CISZ:
INÊS (Jaraguá do Sul)
JOSÉ CISZ FILHO (CASADO COM ALIDA FODI, RESIDIU COM SEUS PAIS EM MASSARANDUBA (LINHA TELEGRÁFICA), COM OS PAIS ATÉ, MAIS TARDE MUDOU PARA JARAGUÁ DO SUL, ONDE VIVE ATÉ HOJE)
ANA DANUTA (casada com Felipe Hafemann, filho de Rodolfo Hafemann-Jaraguá do Sul)
LEOCÁDIA MORREU JOVEM COM 17 ANOS
CECÍLIA (casada com Julio Radwanski-Jaraguá do Sul)
EDWIRGES (Gotardi-Joinville)
SOFIA (casada com Edmundo Hafemann, filho de Gustavo Hafemann,Joinville) e tiveram 06 filhos
JOANNA(“nona”, casada com José Prawutzki)
SILVESTRE: FOI COMBATENTE NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E AO VOLTAR FIXOU RESIDENCIA PRIMEIRAMENTE EM BLUMENAU, ONDE APRENDEU O OFÍCIO DE ALFAIATE, MUDOU-SE ENTÃO PARA RIO DO SUL (SC), ONDE CASOU-SE COM WALLY, QUE ERA COSTUREIRA E FILHA DE ALICE (PARTEIRA DA CIDADE). CASARAM-SE E TIVERAM DOIS FILHOS:
ÁLVARO, CASOU COM BERNADETE WOLF E TIVERAM DOIS FILHOS
GLAUCO, CASADO COM ELISA QUE TEM UMA FILHA LAURAJOANA, CASOU COM JOSÉ PRAWUTSKI
ROSALIA SAMULEWSKI CISZ: CASOU COM JOÃO SAMULEWSKI E NO INÍCIO RESIDIAM EM MASSARANDUBA (GUARANÍ), MAIS TARDE FIXARAM RESIDÊNCIA EM CURITIBA (PR)
Júlio casado com Agatha Wroblewski
Gertrudes casou com João Tokarski
Helena casada com Wladislaw Biseski
Rosa casada com José
Hipólito faleceu com 9 anos
Marta
Lauro casado com Tereza
João casado com Sueli, tem dois filhos
MARIA (casada com Ovídio Spézia-Jaraguá do Sul)
Nasceu em 26 de janeiro de 1934, na cidade de Massaranduba (Guaraní) e morreu em 22 de abril de 2013, com a idade de 79 anos e Ovídio, nasceu em 09 de março de 1926, na cidade de Luis Alves, no 1º. Braço (na época Itajaí) e morreu em 22 de março de 2008, com a idade de 82 anos.
Se conheceram em Benjamin Constant; ela aos 14 anos ele aos 22 anos e namoraram por 6 anos; culminando com seu casamento em 21 de agosto de 1954.
Ovídio trabalhava na lavoura de arroz, mas também era ferreiro; quando veio morar para Jaraguá do Sul, começou a trabalhar na Metalúrgica Erwino Menegotti, em 13 de março de 1967, onde ficou até 10 de junho de 1974, para exercer o cargo de tesoureiro no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Jaraguá do Sul, onde permaneceu até 12 de agosto de 1987, ficando então somente em casa aposentado
Ovídio era trabalhador, honesto, paciente, amava a família, brincava muito com as bisnetas, amava o mar; quando em férias na praia sua rotina era ir à tarde e pela manhã tomar um banho e ficar olhando o mar; gostava de viajar e curtia muito a viagem, olhando a paisagem, era “pé de chumbo com o seu Fiat Uno 1991”, que permaneceu com a família por 22 anos, até a morte de Maria; para ele o importante era a família unida
Maria era do lar, porém muito criativa, (sua casa sempre tinha um enfeite ou em algum cômodo, algo que mudava tudo); era ótima cozinheira, alegre, era da paz, amava seus irmãos (ligava toda semana para saber como estavam), mantinha contato com a família, inclusive com parentes mais distantes; amava ou filhos, netos e bisnetas; quando viajava seu ponto fraco eram as bijouterias, tinha muitas delas;
Maria e Ovídio tinham um casamento muito feliz: eram companheiros, estavam sempre juntos, conversavam por horas, uniam a família; cuidaram de José e Anna Kasmierski Cisz de 1974 até a morte de José em 27 janeiro de 1977 e de Anna em 13 de maio de 1978
Dia 31 de dezembro de 1955, nasce ROGÉRIA MARIA SPÉZIA
E em 14 de dezembro de 1957, nasce JOÃO GEOMAR SPÉZIA. Casou-se com Marina Doster, nascida em 15 de abril de 1961, na cidade de Jaraguá do Sul, filha de George Frederico Doster in memoriam) e Hildrut Voigt (in memoriam)
João Geomar é contador; e sócio de Valdir Bertoldi na Master João Geomar tem dois filhos: SCHEILA RAQUEL SPÉZIA, nascida em 29 de outubro de 1977, na cidade de Jaraguá do Sul, é advogada, mora em Jaraguá do Sul; casou-se com Ricardo Henn, filho de Henn (in memoriam) e Úrsula em dezembro de 2003 (hoje são separados) Atualmente vive com Jair Pedri (filho de Alarico Pedri e FERNANDO ROBERTO SPÉZIA, nascido em 09 de novembro de 1981, na cidade de Jaraguá do Sul é engenheiro elétrico, trabalha na WEG.
Maria e Ovídio viveram em Benjamin Constant até junho de 1966, quando mudaram para Jaraguá do Sul onde viveram até sua morte
ROGÉRIA MARIA, casou em 15 de setembro de 1973, com Valdir Bertoldi, nascido em Jaraguá do Sul, no dia 16 de abril de 1951, filho de Álvaro e Paula Enke Bertoldi.
Valdir é contador e tem um escritório de contabilidade a Master.
Rogéria tem duas filhas:
THIANA DANIELA BERTOLDI, nascida em 17 de maio de 1977, na cidade de Joinville é arquiteta, mora ao lado da casa dos pais na Rua José Menegotti, em Jaraguá do Sul, casou-se em 02 de maio de 1998 com Cristiano Maciel Rausis, filho de Plácido Antonio e Carmen Miriam Stinghen Rausis, (hoje separados); com quem teve duas filhas: ZAIRA EDUARDA RAUSIS, nascida em Jaraguá do Sul no dia 20 de fevereiro de 2003 e YALE CAMILA RAUSIS, nascida em Jaraguá do Sul no dia 20 de janeiro de 2005 THAISA MARA BERTOLDI RAUSISSE, nascida em 08 de janeiro de 1979, na cidade de Jaraguá do Sul; contadora, mora no Edifício Royal Barg, em Jaraguá do Sul, casou-se com Dirceu Luis Rausisse, (filho de João e Santa Terezinha da Luz Rausisse) em 07 de outubro de 2000, com quem tem uma filha GABRIELA BERTOLDI RAUSISSE, nascida em Jaraguá do Sul no dia 05 de outubro de 2009 .
Fonte: Sra. Rogéria, muito obrigado!

Registros e localização do descanso de nossos antepassados

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