Filipe Luis Kasmirski

Filipe Luis Kasmirski também é descendente desta terra e a história de seu pai é parecida com a nossa. Temos muito orgulho de sermos parentes e fãs deste grande craque, hoje jogador do Atlético de Madrid, Espanha e da Seleção Brasileira de Futebol.

http://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2013/06/brasilidades-filipe-luis-heranca-da-guerra-e-gosto-pelo-cemiterio.html

Brasilidades: Filipe Luís, a herança da Guerra e gosto pelo cemitério
Fruto do encontro entre fugitivos da Segunda Guerra, lateral-esquerdo revela infância rural, traços europeus e hábito inusitado de fazer visita aos mortos  Por Alexandre Lozetti e Leandro Canônico São Paulo

Segunda Guerra Mundial. Um polonês e uma italiana, refugiados, se conhecem e têm um filho. Esse rapaz, já crescido, conhece uma moça, filha também de mãe italiana e pai austríaco. Eles se apaixonam, e nasce uma criança. Poderia ser o enredo de qualquer novela, mas é a história de muitos brasileiros. Entre eles, Filipe Luís. Um herdeiro da guerra, de uma mistura que resultou numa personalidade das mais interessantes da seleção brasileira: rural, bem-humorada e bastante curiosa. Ou alguém acha normal ter como hobby ir ao cemitério?  Nascido há 27 anos em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Filipe Luís Kasmirski cultiva um hábito até hoje: passar férias na pequena Massaranduba, cidade onde moram os avós europeus. Quando era criança, visitar os mortos era um meio de “passar medo” junto com os amigos. A mais pura molecagem. Quase um desafio. Hoje, o lateral-esquerdo da Seleção costuma ir ao local com o pai. O motivo é diferente: rezar por alguns familiares já falecidos. Em vez de medo, Filipe sente paz.  – Adoro ir ao cemitério, tenho boas lembranças desses familiares. Gosto de fazer uma oração, passar um tempo meditando. Quando criança eu gostava para me divertir, brincar de esconder. A maioria desistia, e eu ficava escondido sozinho (risos). Hoje eu e meu pai rezamos para que possam descansar em paz.

Havia também programas mais comuns na infância de Filipe. Infância que ele, espirituoso, considera “bem selvagem”. Os elementos descritos pelo jogador são esclarecedores: plantação de arroz, porco, vaca, peixe, lagoa, trator, pesca, comer fruta nas árvores, pegar minhoca no chão. Nada pode ser mais rural do que o ar puro de Massaranduba, que hoje ainda tem menos de 15 mil habitantes e reza missas em polonês, frequentadas todos os domingos pelo avô.  Visitante mais ilustre do local, o lateral detesta ser centro das atenções. Gosta de passar despercebido e, para isso, se aproveita do fato de pouco ter jogado futebol profissional no Brasil. Os primeiros passos foram dados num campinho ao lado da igreja da pequena cidade.  Adoro ir ao cemitério (…) Gosto de fazer uma oração, passar um tempo meditando”  Filipe Luís  Em Jaraguá, Filipe pegava sua bicicleta e rodava os colégios jogando bola. Campeão estadual de futsal, aos 14 anos, ele completou um treino do Figueirense, que fazia pré-temporada em sua cidade. Pronto. Bastou para que o clube da capital lhe fizesse um convite para integrar as categorias de base. E a boa vida de casa seria trocada pelos apertos de um jovem que ingressa no futebol.  – Eu não tinha nada em abundância, mas tinha praticamente tudo. Deixar a comodidade de casa para morar debaixo de uma arquibancada com 30 garotos, sem conhecer ninguém, foi muito difícil. Mas no segundo ano comecei a gostar da ideia de morar longe, sozinho, e ter minha própria vida.  Em 2002, já totalmente imerso na ideia de ser um astro do futebol, Filipe ainda levava broncas de seu técnico. Estava chegando aos treinos com sono. Culpa da Fifa, que escolheu Japão e Coreia do Sul como sedes da Copa. O rapaz queria assistir a todos os jogos e não se esquece da emoção e da promessa na final, quando Ronaldo o fez passar muito frio.  – Falei que, se o Brasil ganhasse, ia pular na piscina. Era inverno no Sul, mas valeu a pena, foi uma felicidade. Saímos pelas ruas buzinando os carros.  Parecia escrito que o descendente de poloneses, italianos e austríacos ia logo ganhar o mundo. Aos 18 anos, Filipe Luis deixou o Figueirense rumo à Espanha e nunca mais voltou ao país. Volta agora para tentar ser campeão da Copa das Confederações em sua casa, mas sem nunca se esquecer das origens.  – Adoro ler e ver vídeos sobre a história desses países, já peguei minha árvore genealógica inteira, investiguei. Quando tive a oportunidade de conhecer Alemanha e Polônia, me identifiquei com as pessoas, apesar de terem sido países rivais.

CLUBES

Figuerense (Brasil): 2003 – 2004
2003

Ajax (Holanda): 2004 – 2005
2004-0906

Real Madrid Castilla (Espanha): 2005 – 2006
2005

Deportivo de la Coruña (Espanha): 2006 – 2010
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Seleção Brasileira de Futebol
2010

Títulos: Copa FIFA Confederaciones 2013: Brasil 3 – 0 Espanha
Super Classico das Americas: Brasil 2 – 0 Argentina – 2014

Atlético de Madrid (Espanha): 2010 – 2014
Filipe Luis - Atletico de Madrid
Títulos: 2 Supercopas de Europa: 2010 y 2012
UEFA Europa League: 2012: Atlético de Madrid 3 – 0 Athletic Bilbao
Copa de S.M el Rey: 2013: Atlético de Madrid 2 – 1 Real Madrid
Liga BBVA (Campeonato Espanhol): 2013-2014
Finalista da Champions League 2013-2014: Atlético de Madrid 1 – 4  Real Madrid

Chelsea (Inglaterra): 2014 – 2015
131
Títulos: Capital One Cup (Liga da Inglaterra): 2015: Chelsea 2 – 0 Tottenham
Campeonato Inglês 2014 – 2015

Atlético de Madrid (Espanha): 2015-2019
Somos Atletico !!!
Títulos: Terceiro colocado Liga BBVA 2015-2016
Finalista da Champions League 2015-2016: Atlético de Madrid 1 – 1 Real Madrid
Terceiro colocado Liga BBVA 2016-2017
Segundo colocado Liga BBVA 2017-2018
UEFA Europa League: 2017: Atlético de Madrid 3 – 0 Olympique
Super Copa 2018: Atlético de Madrid 4 – 2 Real Madrid

EN EL WANDA METROPOLITANO

Filipe Luis: “Para mí hoy no es un día triste, es un día feliz, porque lo he dado todo por este club”

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21 de julio, 2019 – 11:45

https://www.atleticodemadrid.com/noticias/filipe-luis-para-mi-hoy-no-es-un-dia-triste-es-un-dia-feliz-porque-lo-he-dado-todo-por-este-club

El internacional brasileño se despidió del Atlético de Madrid en un acto en el Wanda Metropolitano. El lateral rojiblanco pone fin a una gloriosa etapa en la que ha disputado 333 partidos, ganando siete títulos.

Filipe Luis se despidió del Atlético de Madrid en un acto en el Wanda Metropolitano en la mañana de este domingo. El internacional brasileño cierra una brillante etapa en su carrera deportiva en la que ha disputado 333 partidos (240 de Liga, 41 de Champions League, 25 de Copa del Rey, 24 de la Europa League, dos de Supercopa de España y uno de Supercopa de Europa). Estos 333 partidos le convierten en el 18º jugador que más veces ha defendido la elástica rojiblanca, siendo el segundo futbolista extranjero, tras Diego Godín, que más veces ha vestido nuestra camiseta.

El internacional brasileño pone fin a ocho años como rojiblanco en los que consiguió siete títulos: tres Supercopas de Europa (2010, 2012 y 2018), dos UEFA Europa League (2012 y 2018), una Copa de S.M el Rey (2013) y una LaLiga (2013-14).

Nuestro presidente Enrique Cerezo fue el encargado de abrir el acto de despedida del internacional brasileño. Nuestro presidente dedicó unas bonitas palabras al que fuera lateral zurdo de nuestro club: “Has jugado 333 partidos con el Atleti y has sido dueño de la banda izquierda. Has conseguido 7 títulos, el más especial el de la Copa del Rey. La afición y todos nosotros te echaremos de menos. Mucha suerte en tu nueva etapa y muchas gracias de parte de la afición del club”.

A continuación, llegaba el turno de Filipe Luis. El brasileño aseguraba: “Soy un privilegiado por poder haber vivido la mejor etapa de este club, soy muy afortunado por todo eso. Agradecer a todos los que están aquí presentes, a mis compañeros. Fueron grandes momentos, con muchos partidos difíciles. Hoy es un día feliz porque me voy con la conciencia tranquila de que lo he dado todo por este club. Poder jugar en el Calderón y vivir los primeros años del Wanda Metropolitano ha sido algo único. En el futuro estaré aquí otra vez, esto es solo una despedida como futbolista”.

Tras las palabras del brasileño, se proyectaba un vídeo con los mejores momentos de Filipe Luis en el Atlético de Madrid. Instantes después, Koke, Oblak, Saúl, Savic, Morata, Simeone, Óscar Ortega, Germán Burgos y miembros del cuerpo técnico le regalaron al internacional brasileño una camiseta firmada por todos los compañeros. Nuestro capitán Koke también quiso despedirse de la leyenda rojiblanca con unas palabras: “Agradecerte todo lo que has hecho por el Atleti. Has sido uno de los mejores laterales izquierdos del mundo, casi seguro que del Atlético de Madrid. Te voy a echar mucho de menos”.

Posteriormente se procedía a la entrega de la placa conmemorativa que acredita los 333 partidos que el brasileño ha defendido nuestra camiseta. Clemente Villaverde, leyenda rojiblanca y actualmente consejero del club, fue el encargado de entregarle dicha placa al internacional brasileño.

El acto concluía con una foto de familia de Miguel Ángel Gil, Enrique Cerezo, Andrea Berta y Clemente Villaverde con Filipe Luis.

Flamengo (Brasil): 2019
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https://www.instagram.com/p/B0Qx-RXgvTc/?igshid=1l35i1eutre3s

A história em fotos

Crédito das fotos:
http://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/
http://copadomundo.uol.com.br/especiais/copa-das-confederacoes
http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-das-confederacoes
http://www.lancenet.com.br/selecao/
http://www.clubatleticodemadrid.com/galerias/la-final-en-rojiblanco?modo=diapos
http://www.chelseafc.com/news/latest-news.html
http://www.cbf.com.br/

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